Defumação: uma prática milenar.

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“Defuma com as ervas da Jurema Defuma com arruda e guiné….”

Pra quem é de umbanda essa cantiga é bem conhecida, não é mesmo? Mas o que nem todo mundo sabe é que a defumação não é algo exclusivo da umbanda e candomblé!

Ninguém sabe ao certo quando teve início a prática da defumação, mas sabe-se que a queima de ervas, resinas e madeiras aromáticas para fins religiosos começou por volta de 10.000 a.C.! O uso da fumaça produzida pela queima das plantas é utilizada há milênios, tanto como parte da ritualística de oferendas aos deuses, quanto para provocar efeitos alucinógenos, estimulantes e calmantes. Sabemos que com o passar do tempo, a humanidade acumulou um vasto conhecimento sobre as propriedades das plantas, o que gerou uma série de produtos como incensos, essências aromáticas e perfumes que usamos hoje.

Na antiga civilização egípcia a defumação já era usada pelos sacerdotes e sacerdotisas para a consagração em rituais. Os governantes egípcios importavam de terras distantes incenso, sândalo, mirra e canela, e estes eram considerados tão importantes que eram exigidos como tributo aos povos conquistados e trocados até mesmo por ouro. Nos enterros, a fumaça dos incensos era usada para afugentar maus espíritos. E um tipo especial de incenso (o kyphi) era utilizado até mesmo para reativar a sexualidade dos mortos!

Sumérios e babilônios, hindus e budistas, gregos e romanos, maias e astecas, judeus e católicos… Todas estas tradições e povos utilizavam a defumação como modo de adoração, proteção, cura, limpeza espiritual e para atrair bons fluidos.

Então, “vamos defumar filhos de fé!”

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